MOVIMENTO FÉNIX
Nao é uma associaçao, nem entidade, temos como maior objetivo a socialização da pessoa com deficiencia. Este blog foi criado para orientar, educar, protestar e ajudar a todos com deficiencia. Venha fazer parte do nosso grupo, se tiverem algo legal para publicarmos, nos mande. Vamos lutar por nosso direitos e um mundo melhor.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Prefeitura faz melhoria à acessibilidade no Paço.
A Prefeitura de Votorantim começou a dar o primeiro passo para garantir a aplicação do conceito de acessibilidade aos deficientes, após a criação da Comissão da Acessibilidade na cidade. A rampa do Paço Municipal está passando por uma adaptação, por era considerada muito íngreme pelos cadeirantes e demais usuários. O segundo passo nesse sentido também já está sendo dado pela administração municipal, que é a instalação de um elevador no local. O Poder Público ainda não possui um prazo para que o equipamento esteja instalado, já que está fazendo uma cotação de preços, para então lançar um edital de licitação. A aposentada Regina Bernadete Abbad, que é cadeirante e representa a sociedade civil na Comissão, comemora essa atitude da Prefeitura, porém espera que todas as ideias e solicitações feitas nas reuniões realmente saiam do papel o quanto antes. “É preciso que todos entendam que o que estamos conseguindo não é luxo, e sim uma necessidade”, argumenta.
Segundo informações da Prefeitura, alguns prédios que abrigam serviços públicos deverão ter prioridade no estudo de adaptações visando à acessibilidade, sendo que as definições deles aconteceram durante a última reunião da Comissão, ocorrida no dia 9. Os próprios municipais que receberão visitas e serão analisados para que sejam feitas as adaptações são o Paço Municipal, Secretaria de Saúde e a unidade de Pronto Atendimento (PA). Posteriormente, os outros prédios públicos e as praças do município passarão pelo mesmo estudo, porém a administração municipal relata que a implantação das adaptações dependerá de disponibilidade orçamentária. Além de fazer essa definição dos locais a serem adaptados, a Comissão também decidiu que será feito um levantamento de quantos idosos e deficientes moram no município.
Regina vê com bons olhos essa atitude da Prefeitura, já que espera há bastante tempo por melhorias nesse sentido na cidade, para que consiga se locomover sem problemas em qualquer lugar. “Há a necessidade de adequar a cidade em vários locais, tanto no âmbito de mobiliário, quanto de transportes. É bom ver que agora a Prefeitura está se preocupando com esse movimento de acessibilidade, mas a gente espera que tudo isso seja mostrado na prática”, considera.
Segundo a aposentada, que é cadeirante, é importante ainda ter na Comissão de Acessibilidade pessoas que convivem diariamente com esses problemas, como ela, que procura fazer tudo sozinha. “Por isso eu fui convidada a fazer parte da Comissão, representando a sociedade civil. A gente anda na cidade, com dificuldade, então a gente conhece os problemas”, relata.
Associação
O coordenador da Associação dos Deficientes de Votorantim (ADV), Jefferson Martinez, também considera a criação da Comissão de Acessibilidade um grande benefício à cidade, mas ainda espera que a Prefeitura inclua a Associação entre os membros da Comissão. “Eu acho que a gente poderia ajudar bastante a eles, já que temos conhecimento das legislações”, ressalta, mencionando, principalmente, o decreto federal 5.296, de 2004, que deu um prazo de dez anos, que vencerá no ano que vem, para as cidades se adaptarem para garantir a livre locomoção dos deficientes em todos os locais. Segundo o Poder Público de Votorantim, um ofício foi enviado à ADV, para que envie um representante já para a próxima reunião da Comissão, que acontecerá na próxima quarta-feira, dia 17, às 15h, no Paço Municipal.
A Comissão foi criada no início deste mês, por meio de portaria do prefeito Erinaldo Alves da Silva (PSDB), e é formada por integrantes das Secretarias da Cidadania, Segurança Comunitária, Trânsito e Transportes, Planejamento, Educação e Obras e Urbanismo, além de membros da sociedade civil.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
MP propõe TAC sobre plano de acessibilidade em Votorantim.
Apesar de o atual governo de Votorantim divulgar a criação de uma comissão para discutir questão da acessibilidade no município, o Ministério Público (MP) vai propor à Prefeitura que se comprometa a apresentar um plano de melhorias de calçadas, vias e prédios da administração pública por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com prazo fixado para a implementação das ações e investimentos. A medida, de acordo com o promotor de Justiça de Votorantim, Luiz Alberto Meirelles Szikora, foi tomada uma vez que administração anterior, do ex-prefeito Carlos Augusto Pivetta (PT), diante de um inquérito civil aberto para para a apuração da não adaptação dos prédios e dos espaços públicos municipais e estaduais, no território do município de Votorantim, à acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência, havia se comprometido a apresentar um plano ao MP o que não aconteceu até o final de seu mandato, em dezembro de 2012.
Na última quarta-feira a Prefeitura de Votorantim divulgou a criação da comissão, por meio de portaria do prefeito Erinaldo Alves da Silva (PSDB), com o objetivo de fazer um levantamento da atual realidade da cidade, utilizando inclusive algumas cidades da região como exemplo. Ela é formada por integrantes das Secretarias da Cidadania, Segurança Comunitária, Transito e Transportes, Planejamento, educação e Obras e Urbanismo, além de membros da sociedade civil. Conforme destacou o secretário de Obras e Urbanismo, Marco Antônio Pontes, em matéria publicada na edição de anteontem do Cruzeiro do Sul, "Votorantim ainda não conta com uma legislação específica sobre acessibilidade." Ainda segundo o secretário, os integrantes da comissão já realizaram uma primeira reunião na última segunda-feira. Nesse primeiro encontro foi definido o cronograma de trabalho e a norma NBR 9050, que trata justamente sobre acessibilidade; metodologia dos grupos de trabalho.
Ao tomar conhecimento do fato, o promotor de Cidadania de Votorantim, Luiz Alberto Meirelles Szikora, elogiou a iniciativa do atual prefeito, mas fez que questão de destacar que tal medida já é alvo de inquérito civil aberto em 29 de abril de 2011 pelo MP, para a apuração da não adaptação dos prédios e dos espaços públicos municipais e estaduais, em Votorantim, à acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência. "Em 29 de agosto de 2011, o prefeito de Votorantim à época, nos autos desse inquérito, informou que já havia sido determinado pelo governo municipal um levantamento de todas as medidas necessárias, visando a elaboração de um plano para adoção das medidas necessárias para zerar o déficit de acessibilidade aos prédios públicos", explicou o promotor, que completou: "Um ano depois, em 28 de agosto de 2012, foi realizada audiência na Promotoria de Justiça de Votorantim, com a participação do prefeito à época, ocasião em que ele afirmou que pretendia elaborar um plano para a adaptação de prédios e espaços públicos municipais à acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, tendo, na ocasião, ficado estipulado que a Prefeitura apresentaria a esta Promotoria de Justiça, em 120 dias, o referido plano, o que não aconteceu".
Diante disso, o promotor ressalta que irá realizar na próxima semana nova audiência, para verificar com o atual prefeito como ele pretende tratar a questão e, em especial, a celebração com o Ministério Público de um TAC, para solucionar o problema de acessibilidade dos espaços e prédios públicos de Votorantim. "Evitando, assim, o eventual ajuizamento de ação civil pública pelo Ministério Público em face da Prefeitura", alerta Szikora.
A Prefeitura de Votorantim informou, por meio de nota da Secretaria de Comunicação, que já houve um contato da atual administração com o promotor Luiz Alberto Meirelles Szikora e "ficou definido que, a partir do final deste mês de abril, serão agendados encontros para tratar de alguns temas de interesse, entre os quais está a questão da acessibilidade". Já o ex-prefeito Carlos Augusto Pivetta não foi localizado pela reportagem para se manifestar sobre o assunto.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Dia mundial de conscientização sobre o Autismo.
No dia 2 de abril, celebra-se o
Dia Mundial de Conscientização do Autismo (World Autism Awareness Day),
instituído em 2007 pela Resolução nº 62/139 da Organização das Nações Unidas.
Para despertar a atenção da
sociedade para a gravidade do problema, são realizados vários eventos,
promovidos por entidades governamentais e nãogovernamentais
tais como palestras, panfletagens, corridas e caminhadas. Através da
disseminação do conhecimento, busca-se também quebrar preconceitos e barreiras.
Como parte das celebrações, vários
monumentos em todo o mundo estão sendo iluminados com a cor azul durante a
noite de 2 de abril e nos dias anteriores. Trata-se da campanha Light It Up
Blue, criada originalmente pela associação Autism Speaks e depois acompanhada
por outros entes. Nos últimos anos, foram iluminados em azul vários marcos e
monumentos significativos do Brasil, como o Congresso Nacional e o Cristo
Redentor, e de Teresina, como a Ponte Estaiada e o Palácio de Karnak.
sábado, 30 de março de 2013
Falta de respeito com as pessoas com deficiência...
Após reforma do banheiro do terminal João Souto/Votorantim, conferimos que o banheiro da pessoa com deficiência não atende as normal ABNT 9050.
Falta de Acessibilidade
Após a revitalização da Av. 31 de Março - Votorantim as lomba travessias não tem acessibilidade para os cadeirantes...
Oferecendo grande perigo para essa tipo de usuários...
Oferecendo grande perigo para essa tipo de usuários...
sexta-feira, 29 de março de 2013
Deficientes visuais coordenam programa de TV
Acessibilidade e inclusão estarão na pauta; toda a equipe de produção, incluindo apresentadores, são cegos

O programa 'O Outro Olhar', apresentado por Meri França e Joaquim Gonzales Júnior, vai ao ar semanalmente, ao vivo, a partir desta segunda-feira, às 10h30, no Canal 10 da Super Mídia e pelo site www.tvvotorantim.com.br - Por: Divulgação
Programa de rádio será na Tropical FM, de Votorantim (105,9) - Por: Divulgação
A
inclusão de deficientes por meio da comunicação pode ir além da
utilização das mídias como espaço de fomento e discussão de práticas de
acessibilidade. Com disponibilidade para encarar novos desafios, dividir
conhecimentos e vontade de fazer a diferença, é possível que não apenas
a notícia, mas todo o fazer comunicacional, seja o próprio suporte de
inclusão, como propõe o programa que estreia na segunda-feira, na TV
Votorantim Canal 10, chamado de "O Outro Olhar". Semanal e ao vivo, o
programa de entrevistas não apenas versará sobre o universo da inclusão
das pessoas com as mais distintas deficiências, mas será apresentado e
dirigido por uma equipe formada por deficientes visuais, que sempre
entrevistará algum deficiente com uma história de superação. Além do
programa de televisão, na próxima semana, a versão radiofônica também
estreia nas ondas da rádio, com a mesmo ideia, mas formato adaptado.
A ideia do programa não é recente: é fruto de um projeto de fotografia para cegos, realizado pelo jornalista e fotógrafo Werinton Kermes e a semioticista Miriam Cris Carlos. "O projeto e o processo de trabalhar a inclusão através da comunicação já vem de longo tempo e dentro dessas possibilidades de fazer o portador se comunicar, seja das mais diversas formas, procuramos acompanhar e dar acesso às novas tecnologias de comunicação e assim pesquisamos a produção de conteúdos televisivos e radiofônicos para os cegos. Logo percebemos que pouca coisa tem se direcionado a eles no ponto de vista jornalístico, da comunicação mesmo", conta Kermes. O trabalho com os deficientes visuais começou em novembro com 10 cegos totais e cinco com visão subnormal. Kermes e Miriam trataram com o grupo a linguagem televisiva, enquanto o radialista Cacá Martins trabalhou a linguagem radiofônica. "Passamos a trabalhar não apenas as funções de quem está atrás das câmeras ou dos microfones, mas também outras funções, como produção, roteiro, e isso culminou com a necessidade de por tudo o que foi trabalhado em prática", resume Kermes.
A ideia com o programa é apresentar histórias de superação, mas também críticas quanto às dificuldades no que se refere à acessibilidade nas cidades. Para tanto, além de deficientes com histórias inspiradoras de vida, também convidarão secretários e responsáveis pelas cidades para questioná-los sobre o que estão fazendo para melhorar as vias e as calçadas, por exemplo.
Não é a primeira vez que Kermes e Miriam trabalham com inclusão, principalmente com cegos. Já desenvolveram a oficina de fotografia para cegos - com a qual visitaram diversos pontos do país divulgando a iniciativa - e também lançaram, em meados do ano 2006, uma revista de variedades toda em braile. E para o desafio de levá-los para o ambiente da televisão e do rádio, Kermes conta que fizeram apenas pequenas adaptações com roteiro e pauta, que ou é enviada em braile ou gravada e mandada em arquivo para o computador dos apresentadores. Eles também têm um ponto nos ouvidos, mas são dirigidos por outros cegos. A única pessoa que não possui nenhuma deficiência visual é a produtora Érica Domingues. "A ideia é fazer com que a sociedade, os poderes estabelecidos percebam e entendam que em Sorocaba tem um número considerável de deficientes e precisam de atenção do poder público", defende Kermes.
Outra voz
Natural de Apiaí, na região do Alto Vale do Ribeira, Meri França (cega desde que nasceu) será responsável pela apresentação dos programas (de rádio e TV) ao lado de Joaquim Gonzales Júnior, que perdeu a visão em um acidente automobilístico. Muito bem articulada, ela, que durante anos foi casada com um comunicador, conta que dessa relação nasceu, além das filhas, o amor pela comunicação. Mesmo assim, aos 41 anos, conta que jamais se imaginou à frente de um programa de televisão ou de rádio. "Eu sempre convivi no meio da comunicação, e acredito que o deficiente visual sempre gostou de comunicar, temos muita habilidade para a comunicação, e muita curiosidade" defende ela, que nasceu com glaucoma.
Meri reconhece o ineditismo da ação e a importância também, já que poderão expor as dificuldades encontradas no dia-a-dia, contar histórias de superação e esperança, mas principalmente, cobrar frente à população e ao poder público ações efetivas de acessibilidade. "É a primeira vez que estou conseguindo ter voz para realizar alguma coisa, é tudo o que o deficiente quer. Nunca imaginei que estaria fazendo isso", comemora Meri, que está instalada há pouco tempo em Sorocaba, mas já se orgulha das conquistas.
Serviço
O programa vai ao ar semanalmente, ao vivo, a partir desta segunda-feira (25), às 10h30, e poderá ser assistido pelo Canal 10 da Super Mídia e pelo site www.tvvotorantim.com.br e vai ser disponibilizado a outras emissoras comunitárias, através da Acesp (Associação dos Canais Comunitários do Estado de São Paulo) e da ABCCOM (Associação Brasileira de Canais Comunitários). O programa de rádio será veiculado pela Tropical FM, de Votorantim (105,9).
A ideia do programa não é recente: é fruto de um projeto de fotografia para cegos, realizado pelo jornalista e fotógrafo Werinton Kermes e a semioticista Miriam Cris Carlos. "O projeto e o processo de trabalhar a inclusão através da comunicação já vem de longo tempo e dentro dessas possibilidades de fazer o portador se comunicar, seja das mais diversas formas, procuramos acompanhar e dar acesso às novas tecnologias de comunicação e assim pesquisamos a produção de conteúdos televisivos e radiofônicos para os cegos. Logo percebemos que pouca coisa tem se direcionado a eles no ponto de vista jornalístico, da comunicação mesmo", conta Kermes. O trabalho com os deficientes visuais começou em novembro com 10 cegos totais e cinco com visão subnormal. Kermes e Miriam trataram com o grupo a linguagem televisiva, enquanto o radialista Cacá Martins trabalhou a linguagem radiofônica. "Passamos a trabalhar não apenas as funções de quem está atrás das câmeras ou dos microfones, mas também outras funções, como produção, roteiro, e isso culminou com a necessidade de por tudo o que foi trabalhado em prática", resume Kermes.
A ideia com o programa é apresentar histórias de superação, mas também críticas quanto às dificuldades no que se refere à acessibilidade nas cidades. Para tanto, além de deficientes com histórias inspiradoras de vida, também convidarão secretários e responsáveis pelas cidades para questioná-los sobre o que estão fazendo para melhorar as vias e as calçadas, por exemplo.
Não é a primeira vez que Kermes e Miriam trabalham com inclusão, principalmente com cegos. Já desenvolveram a oficina de fotografia para cegos - com a qual visitaram diversos pontos do país divulgando a iniciativa - e também lançaram, em meados do ano 2006, uma revista de variedades toda em braile. E para o desafio de levá-los para o ambiente da televisão e do rádio, Kermes conta que fizeram apenas pequenas adaptações com roteiro e pauta, que ou é enviada em braile ou gravada e mandada em arquivo para o computador dos apresentadores. Eles também têm um ponto nos ouvidos, mas são dirigidos por outros cegos. A única pessoa que não possui nenhuma deficiência visual é a produtora Érica Domingues. "A ideia é fazer com que a sociedade, os poderes estabelecidos percebam e entendam que em Sorocaba tem um número considerável de deficientes e precisam de atenção do poder público", defende Kermes.
Outra voz
Natural de Apiaí, na região do Alto Vale do Ribeira, Meri França (cega desde que nasceu) será responsável pela apresentação dos programas (de rádio e TV) ao lado de Joaquim Gonzales Júnior, que perdeu a visão em um acidente automobilístico. Muito bem articulada, ela, que durante anos foi casada com um comunicador, conta que dessa relação nasceu, além das filhas, o amor pela comunicação. Mesmo assim, aos 41 anos, conta que jamais se imaginou à frente de um programa de televisão ou de rádio. "Eu sempre convivi no meio da comunicação, e acredito que o deficiente visual sempre gostou de comunicar, temos muita habilidade para a comunicação, e muita curiosidade" defende ela, que nasceu com glaucoma.
Meri reconhece o ineditismo da ação e a importância também, já que poderão expor as dificuldades encontradas no dia-a-dia, contar histórias de superação e esperança, mas principalmente, cobrar frente à população e ao poder público ações efetivas de acessibilidade. "É a primeira vez que estou conseguindo ter voz para realizar alguma coisa, é tudo o que o deficiente quer. Nunca imaginei que estaria fazendo isso", comemora Meri, que está instalada há pouco tempo em Sorocaba, mas já se orgulha das conquistas.
Serviço
O programa vai ao ar semanalmente, ao vivo, a partir desta segunda-feira (25), às 10h30, e poderá ser assistido pelo Canal 10 da Super Mídia e pelo site www.tvvotorantim.com.br e vai ser disponibilizado a outras emissoras comunitárias, através da Acesp (Associação dos Canais Comunitários do Estado de São Paulo) e da ABCCOM (Associação Brasileira de Canais Comunitários). O programa de rádio será veiculado pela Tropical FM, de Votorantim (105,9).
Fonte: Notícia publicada na edição de 23/02/2013 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 002 do caderno C
Maíra Fernandes
Maíra Fernandes
quinta-feira, 28 de março de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
RESOLUÇÃO 304 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008
RESOLUÇÃO 304
DE 18 DE
DEZEMBRO DE 2008
Dispõe
sobre as vagas de estacionamento destinadas exclusivamente a veículos que
transportem pessoas portadoras de deficiência e com dificuldade de locomoção.
O Conselho Nacional de Trânsito -
CONTRAN, usando d a competência que lhe confere o artigo 12, inciso I da Lei
9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro
- CTB e conforme Decreto nº 4.711 de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a
Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito;
Considerando a necessidade de
uniformizar, em âmbito nacional, os procedimentos para sinalização e
fiscalização do uso de vagas regulamentadas para estacionamento exclusivo de
veículos utilizados no transporte de pessoas portadoras de deficiência e com
dificuldade de locomoção;
Considerando a Lei Federal nº 10.098, de 19 de dezembro de
2000, que dispõe sobre normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência e com dificuldade de
locomoção, que, em seu art. 7°, estabelece a obrigatoriedade de reservar 2 %
(dois por cento) das vagas em estacionamento regulamentado de uso público para
serem utilizadas exclusivamente por veículos que transportem pessoas portadoras
de deficiência ou com dificuldade de locomoção;
Considerando o disposto no Decreto
n° 5.296, de 02 de dezembro de 2004, que regulamenta a Lei n° 10.098/00, para,
no art. 25, determinar a reserva de 2 % (dois por cento) do total de vagas
regulamentadas de estacionamento para veículos que transportem pessoas
portadoras de deficiência física ou visual, desde que devidamente
identificados, resolve:
Art. 1º As vagas reservadas para veículos que transportem
pessoas portadoras de deficiência e com dificuldade de locomoção serão
sinalizadas pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via
utilizando o sinal de regulamentação R-6b “Estacionamento regulamentado” com a
informação complementar conforme Anexo I desta Resolução.
Art. 2º Para uniformizar os procedimentos de fiscalização
deverá ser adotado o modelo da credencial previsto no Anexo II desta Resolução.
§ 1º A credencial confeccionada no modelo proposto por esta
Resolução terá validade em todo o território nacional.
§ 2º A credencial prevista neste
artigo será emitida pelo órgão ou entidade executiva de trânsito do município
de domicílio da pessoa portadora de deficiência e/ou com dificuldade de
locomoção a ser credenciada.
§ 3º A validade da credencial
prevista neste artigo será definida segundo critérios definidos pelo órgão ou
entidade executiva do município de domicílio da pessoa portadora de
deficiência e/ou com dificuldade de locomoção a ser credenciada.
§ 4º Caso o município ainda não esteja integrado ao Sistema
Nacional de Trânsito, a credencial será expedida pelo órgão ou entidade
executiva de trânsito do Estado.
Art. 3º Os veículos estacionados
nas vagas reservadas de que trata esta Resolução deverão exibir a credencial
que trata o art. 2º sobre o painel do veículo, ou em local visível para efeito
de fiscalização.
Art. 4º O uso de vagas destinadas às pessoas portadoras de
deficiência e com dificuldade de locomoção em desacordo com o disposto nesta
Resolução caracteriza infração prevista no Art. 181, inciso XVII do CTB.
Art. 5º. Os órgãos ou entidades
com circunscrição sobre a via têm o prazo de até 360 (trezentos e sessenta)
dias, a partir da data de publicação desta Resolução, para adequar as áreas de
estacionamento específicos existentes ao disposto nesta Resolução.
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
publicação, revogadas as disposições em contrário.
Alfredo Peres da Silva
Presidente
Marcelo Paiva dos Santos
Ministério da Justiça
Rui César da Silveira Barbosa
Ministério da Defesa
Edson Dias Gonçalves
Ministério dos Transportes
Jose Antonio Silvério
Ministério da Ciência e Tecnologia
Carlos Alberto Ferreira dos Santos
Ministério do Meio Ambiente
Valter Chaves Costa
Ministério da Saúde
sábado, 12 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
A ARTE DE SUPERAR OBSTACULOS
Musicista surda, atrizes e dançarina cegas são artistas que estão cada vez mais presentes na sociedade. Elas comprovam que a arte, além de uma terapia, é ferramenta para a inclusão social, melhora a autoestima e, consequentemente, o quadro clínico de quem tem uma deficiência. Jucilene Evangelista, 30 anos, conhece bem essa realidade. Deficiente visual desde os cinco, devido a um disparo de espingarda de chumbinho, há um ano ela integra a equipe de atores da Oficina Menestréis, em São Paulo. "Desde menina participo de grupos de arte, seja com dança ou peça de teatro. E, embora seja uma pessoa comunicativa, o teatro contribui muito para minha expressão verbal e corporal", conta a atriz, que se sente feliz com suas apresentações. O grupo de teatro Menestréis envolve pessoas com e sem deficiência. "Todos imaginam que uma das maiores dificuldades que temos é na hora da locomoção, mas como participante, posso assegurar que isso não é barreira. Nós nos ajudamos. Quem vê empresta seus olhos, e quem anda faz o mesmo com suas pernas", explica Jucilene. Já Gleice Santana, do grupo teatral Nós Cegos, de Minas Gerais, explica: "Nas primeiras aulas, eu tinha medo de andar, de me locomover no palco. Com o desenvolvimento do curso, adquiri uma percepção auditiva muito boa a ponto de perceber a distância entre os atores pelo timbre da voz". Diante de limitações físicas, sensoriais ou psicológicas, sentimentos como medo, insegurança e vergonha são comuns. E é nesse momento que a arte pode agir na vida da pessoa e mostrar outra realidade, menos dura, em um mundo mais colorido. "A arte promove a representação de sentimentos, sensibilidade e criatividade de cada um. Este processo pode ser valioso para a pessoa, que se sentindo capaz de criar algo, acredita em si mesma, vivendo melhor e mais feliz", conta a diretora da Associação de Arteterapia do Estado de São Paulo (AATESP), Maíra Bonafé Sei. Foi com esse propósito de integrar e promover qualidade de vida e superação para pessoas cegas, que a bailarina e fisioterapeuta Fernanda Bianchini Saad, 32 anos, fundou a Associação de Ballet e Artes para Cegos. O espaço existe há 15 anos e atende voluntariamente deficientes visuais de todas as idades, com aulas de balé clássico, sapateado, dança de salão e curso de violão e canto. "São 60 alunos com idades entre 3 e 60 anos, que aprendem a dançar por meio do toque e da percepção corporal", conta a idealizadora do espaço. "O balé tem melhorado a postura, a locomoção, o equilíbrio e a autoestima dessas meninas, além de romper barreiras de preconceitos, muitas vezes presentes devido à deficiência visual", diz Fernanda, que iniciou este trabalho aos 15 anos, a convite do Instituto de Cegos Padre Chico, em São Paulo. Para se ter ideia dos benefícios da dança, Fernanda conta o caso de uma menina de apenas oito anos, que tem deficiência visual, auditiva, motora e intelectual. "Há dois anos, quando ela iniciou as aulas, vinha no colo da mãe e andava sempre se segurando em algo. Hoje, com a prática do balé, ela já anda na ponta do pé e até corre durante as aulas." Música para sentir Para quem pensa que os surdos são incapazes de aprender a tocar um instrumento e questionam como eles podem perceber os sons, já que não escutam, a musicista Sarita Araújo Pereira, 46 anos, deficiente auditiva deste os 8 meses, explica: "Os surdos são sensíveis à música, não só por meio da utilização de seus resíduos auditivos, mas também por sentirem as vibrações sonoras por todo o seu corpo, chegando mais facilmente ao som, através das vibrações do chão, das paredes e dos próprios instrumentos musicais. Muitas vezes sinto música no peitoral e nos pés. É maravilhoso!" Sarita acumula títulos e diplomas, sendo dona de um currículo invejável. Ela nasceu em Quirinópolis, interior de Goiás, teve toxoplasmose e perdeu parte da audição. Então, com seis anos, mudou-se com sua família para São Paulo, onde começou a usar o seu primeiro aparelho auditivo. "Um rádio transmissor pendurado no peito, com dois fios levados até os ouvidos. Por muitos anos eu senti vergonha de ser surda e usava o cabelo comprido para esconder o aparelho", conta ela. Aos oito anos, inspirada pela personagem Isaura, da telenovela "A Escrava Isaura", de Gilberto Braga, entrou para o curso de piano no Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli, em Uberlândia (MG), onde desenvolveu seu talento musical. "A música favorece o desenvolvimento afetivo e emocional do surdo, pois proporciona autossatisfação e prazer, possibilitando a expansão dos sentimentos. Além disso, contribui muito na parte da coordenação motora, concentração e boa memória. Tirou-me a timidez, a solidão e me deu coragem de enfrentar o público tocando piano", conclui Sarita. Hoje, Sarita é pós-graduada em música pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), formada em Libras no Centro Municipal de Estudos e Projetos Educacionais de Uberlândia (Cemepe), fala espanhol fluente e iniciou e coordena o "Projeto: O surdo para Educação Musical", na área de teclado no Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli, desde 2001. O grupo lançou em 2010 o 1º DVD da Banda Ab'Surdos, da qual faz parte como coordenadora desde 2004. Vale lembrar que a Banda Ab'Surdos venceu o 1º lugar no Prêmio Sentidos 2007, na categoria Talentos Especiais: Artes. A aluna Daniela Prometi Ribeiro recebeu o prêmio em nome da banda.
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Sorocaba novos ônibus entram em operação nesta 3ª
A partir desta terça-feira (21), o transporte coletivo de Sorocaba contará com 12 novos ônibus, entregues na manhã desta segunda-feira (20) pelo prefeito Vitor Lippi (PSDB), durante uma breve cerimônia realizada no estacionamento externo do Palácio dos Tropeiros.
Os veículos são adaptados com elevador para acesso de pessoas com deficiência física, elevando para 60% o número de ônibus com elevador na porta central. São ao todo 215 coletivos com acessibilidade. De acordo com o presidente da Urbes - Trânsito e Transportes, Renato Gianolla, cerca de 60 mil pessoas utilizam o sistema todos os dias, num total de 1,8 milhão de usuários mês.
O transporte coletivo de Sorocaba tem, atualmente, 368 ônibus, enquanto o transporte especial conta com 14 vans e micro-ônibus. Para ativar o sistema, o motorista tem de parar o veículo no freio de mão, descer, ir até a porta central e acionar o dispositivo; ele não pode fazer isso estando ao volante. É uma questão de segurança, explicam os técnicos.
Os veículos novos foram comprados pela STU, uma das concessionárias do serviço na cidade. Foram investidos pouco mais de R$ 3 milhões na compra. Os 12 ônibus substituirão outros que deixarão de circular pela cidade, portanto, trata-se de renovação da frota e não do aumento dela. Segundo o diretor de transportes da Urbes, Celso Bersi, em fevereiro haverá nova aquisição de ônibus e a autarquia espera chegar aos 100% da frota com acessibilidade. Na solenidade de entrega dos ônibus, a pedido da empresa, o monsenhor José Carlos Castanho de Almeida fez a bênção.
Apesar do anúncio de 12 ônibus, foram apresentados nesta segunda-feira apenas 11, pois um deles está na oficina para ajustes no sistema eletrônico de ignição, devendo chegar a Sorocaba ao longo desta semana.
Os veículos vão ser encaixados no sistema paulatinamente. Foram comprados cinco ônibus de tecnologia convencional, cinco de tecnologia Padron e dois de 15 metros que oferecem maior capacidade de carregamento. Estes são a novidade, pois possuem três eixos, sendo o último conjugado com a caixa de direção do primeiro, ou seja, quando o motorista vira o volante os dois eixos viram juntos, facilitando a manobra. Bersi e Gianolla disseram que essa é a tecnologia de ponta utilizada em São Paulo para os famosos ônibus articulados, porém, sem aquela “sanfona” característica. “Eles percorrerão mais os corredores, como o Expresso e o Campolim”, comenta Gianolla. O ônibus em conserto é um deles, cujo prefixo é 2441.
Os novos carros atenderão as linhas que ainda não possuem veículos acessíveis ou precisam de reforço desse modelo de veículo. São 15 ao todo, quais sejam: Barcelona (linha 6); Central Parque (linha 17); Vila Jardini/Jardim América (linha 40); Vila Hortênsia (linha 47); Astúrias (49); Cidade Universitária (52); Esmeralda (63); Campolim (65); Júlio de Mesquita (73); Expresso (100); Rodoviária/9 de Julho (101); Colorau (4); Mato Dentro (33); Aparecidinha via terra (34); e Ouro Fino (60).
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Este talvez seja; daqueles assuntos polemicos, afinal ainda temos muitas coisas ainda a melhorar no transporte publico para pessoas com deficiência, mas acreditamos que da mesma forma que criticamos, temos a obrigação de elogiarmos quando estão fazendo um bom trabalho e cumprindo suas obrigações, e com certeza esse é o caso da Auto Onibus São joão. Pioneira em nossa região foi; a prmeira empresa a ter em sua frota;onibus com plataforma para o trasporte de pessoas usuarias de cadeira de rodas, fato ocorrido em 2006. De lá para cá muita coisa melhorou, tivemos as primeiras dificuldades? Com certeza, mas temos que falar a verdade, sempre fomos prontamente atendidos quando as dificuldades surgiram. No inicio eram apenas 5 onibus e obviamente nao atendia todo mundo, sempre quando iam para manutenção ficavamos em situações dificies, pois muitas vezes iamos para algum lugar com o onibus e na hora de voltar ja nao mais estava na linha, era uma situação muito dificil. Foi pensando nisso que tivemos na época uma reunião com o Diretor da Empresa Marco Antonio Franco que prontamente nos atendeu e dessa reunião nasceu um acordo inedito. Como a Empresa não tinha como adaptar toda a frota da noite para o dia, sempre que precisassemos ir em algum lugar e não tivesse o onibus na linha, a Empresa nos cederia um carro para nos levar. Com toda certeza um acordo inedito e de muita sensibiidade das pessoas que dirigem a Empresa, como já dissemos delá pa cá muita coisa melhorou, a cada tempo que passa mais onibus adaptados surgem no terminal João Souto em Votorantim e assim vamos tendo cada dia mais a nossa liberdade, fator importantissimo para a pessoa com deficiência. Ainda temos alguns problemas, afinal ainda falta um tanto para toda a frota ser adaptada, mas continuamos contando com o apoio da Empresa sempre que precisamos e sabemos que estamos a caminho de logo termos total liberdade. Tudo isso é fruto de lei sim, mas também de conscientização. Agradecemos a todos da Empresa, e os parabéns pelo trabalho que esta sendo feito.
Sorocaba também é exemplo de Votorantim, Sorocaba também inicia a adaptação de sua frota. Já faz um bom tempo que se nota que a aparencia dos onibus de uma das maiores cidades de nosso estado estão mudando, boa parte deles ja contam com plataforma para transporte de pessoas com deficiência com o comando da URBES as Empresas STU e São João, Rosa, Reunidas e Jundiá, entraram no transporte coletivo da cidade cumprindo a lei de Acessibilidade a todos, gostariamos de dar os parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido, também em Sorocaba estamos a caminho da total liberdade para todas as pessoas com deficiência.
Como podem notar, ainda temos muitas barreiras a serem vencidas, mas que as coisas estão melhorando isso não resta a menor dúvida, continuemos na luta.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Domingo, 12 de dezembro de 2010
Acessibilidade a deficientes ainda é desafio nas grandes cidades
Lei federal determina que todos os locais devem promover a facilidade de acesso para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida
Uma luta muito importante é para dar qualidade de vida a pessoas com necessidades especiais. É sempre bom lembrar que ações simples como estudar, trabalhar e até mesmo andar pelas ruas não são fáceis para quem é surdo, cego ou depende de cadeira de rodas.
Ainda falta muito a conquistar nas cidades brasileiras. A maioria das calçadas ainda não tem rampa de acesso. Por isso, a jornalista Aline Maziero precisa da ajuda da mãe. “A gente levou muito tombo em rampa mal feita, coisas mal estruturadas e mal planejadas para cadeirantes ou qualquer deficiente físico”, diz a jornalista Aline Maziero. “Eu teria dificuldade de entrar na loja, porque não tem corrimão. É uma coisa simples e de fácil instalação”, acrescenta o estudante Flávio Marques.
Poucas cidades têm o piso tátil, que ajuda a orientar os cegos. Mesmo onde existe o recurso, falta infraestrutura. “Na pista onde estou, ela tem de estar com a calçada bem arrumadinha, porque tem lugares em que a calçada está tão quebrada que você confunde a pista com o quebrado. Quer dizer, você perde a referência e não tem aquela segurança”, afirma o aposentado Mauro Eder.
Silvana Aguirre nasceu surda. Por meio da intérprete da língua de sinais, ela diz quais dificuldades enfrenta todos os dias. “Você vai ao médico e não tem comunicação, você tem de levar a mãe ou alguém da família”, conta Suliane, que é coordenadora do centro de atendimento ao surdo. Pela estimativa do IBGE, o Brasil tem 28 milhões de pessoas com deficiência. Uma lei federal de 2004 determina que todos os locais devem promover a facilidade de acesso para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Uma escola estadual em Campo Grande (MS) tem três andares. Por causa do projeto arquitetônico do prédio, foi impossível construir rampas. O jeito foi colocar elevador para que os alunos tivessem acesso entre um andar e outro.
O estudante Flávio Marques não entende por que em muitos lugares a lei da acessibilidade ainda não é respeitada. “As pessoas precisam entender que estamos falando de violação de direitos. Quando eu violo o direito de alguém ou permito que isso aconteça, eu abro precedente para que violem outros direitos meus ou dos outros”, comenta Flávio.
Fonte: Bom Dia Brasil
Acessibilidade a deficientes ainda é desafio nas grandes cidades
Lei federal determina que todos os locais devem promover a facilidade de acesso para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida
Uma luta muito importante é para dar qualidade de vida a pessoas com necessidades especiais. É sempre bom lembrar que ações simples como estudar, trabalhar e até mesmo andar pelas ruas não são fáceis para quem é surdo, cego ou depende de cadeira de rodas.
Ainda falta muito a conquistar nas cidades brasileiras. A maioria das calçadas ainda não tem rampa de acesso. Por isso, a jornalista Aline Maziero precisa da ajuda da mãe. “A gente levou muito tombo em rampa mal feita, coisas mal estruturadas e mal planejadas para cadeirantes ou qualquer deficiente físico”, diz a jornalista Aline Maziero. “Eu teria dificuldade de entrar na loja, porque não tem corrimão. É uma coisa simples e de fácil instalação”, acrescenta o estudante Flávio Marques.
Poucas cidades têm o piso tátil, que ajuda a orientar os cegos. Mesmo onde existe o recurso, falta infraestrutura. “Na pista onde estou, ela tem de estar com a calçada bem arrumadinha, porque tem lugares em que a calçada está tão quebrada que você confunde a pista com o quebrado. Quer dizer, você perde a referência e não tem aquela segurança”, afirma o aposentado Mauro Eder.
Silvana Aguirre nasceu surda. Por meio da intérprete da língua de sinais, ela diz quais dificuldades enfrenta todos os dias. “Você vai ao médico e não tem comunicação, você tem de levar a mãe ou alguém da família”, conta Suliane, que é coordenadora do centro de atendimento ao surdo. Pela estimativa do IBGE, o Brasil tem 28 milhões de pessoas com deficiência. Uma lei federal de 2004 determina que todos os locais devem promover a facilidade de acesso para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Uma escola estadual em Campo Grande (MS) tem três andares. Por causa do projeto arquitetônico do prédio, foi impossível construir rampas. O jeito foi colocar elevador para que os alunos tivessem acesso entre um andar e outro.
O estudante Flávio Marques não entende por que em muitos lugares a lei da acessibilidade ainda não é respeitada. “As pessoas precisam entender que estamos falando de violação de direitos. Quando eu violo o direito de alguém ou permito que isso aconteça, eu abro precedente para que violem outros direitos meus ou dos outros”, comenta Flávio.
Fonte: Bom Dia Brasil
Uma luta muito importante é para dar qualidade de vida a pessoas com necessidades especiais. É sempre bom lembrar que ações simples como estudar, trabalhar e até mesmo andar pelas ruas não são fáceis para quem é surdo, cego ou depende de cadeira de rodas.
Ainda falta muito a conquistar nas cidades brasileiras. A maioria das calçadas ainda não tem rampa de acesso. Por isso, a jornalista Aline Maziero precisa da ajuda da mãe. “A gente levou muito tombo em rampa mal feita, coisas mal estruturadas e mal planejadas para cadeirantes ou qualquer deficiente físico”, diz a jornalista Aline Maziero. “Eu teria dificuldade de entrar na loja, porque não tem corrimão. É uma coisa simples e de fácil instalação”, acrescenta o estudante Flávio Marques.
Poucas cidades têm o piso tátil, que ajuda a orientar os cegos. Mesmo onde existe o recurso, falta infraestrutura. “Na pista onde estou, ela tem de estar com a calçada bem arrumadinha, porque tem lugares em que a calçada está tão quebrada que você confunde a pista com o quebrado. Quer dizer, você perde a referência e não tem aquela segurança”, afirma o aposentado Mauro Eder.
Silvana Aguirre nasceu surda. Por meio da intérprete da língua de sinais, ela diz quais dificuldades enfrenta todos os dias. “Você vai ao médico e não tem comunicação, você tem de levar a mãe ou alguém da família”, conta Suliane, que é coordenadora do centro de atendimento ao surdo. Pela estimativa do IBGE, o Brasil tem 28 milhões de pessoas com deficiência. Uma lei federal de 2004 determina que todos os locais devem promover a facilidade de acesso para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Uma escola estadual em Campo Grande (MS) tem três andares. Por causa do projeto arquitetônico do prédio, foi impossível construir rampas. O jeito foi colocar elevador para que os alunos tivessem acesso entre um andar e outro.
O estudante Flávio Marques não entende por que em muitos lugares a lei da acessibilidade ainda não é respeitada. “As pessoas precisam entender que estamos falando de violação de direitos. Quando eu violo o direito de alguém ou permito que isso aconteça, eu abro precedente para que violem outros direitos meus ou dos outros”, comenta Flávio.
Fonte: Bom Dia Brasil
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Mercado de trabalho ainda é uma das maiores dificuldades dos deficientes
Dia Internacional da Pessoa com Deficiência é comemorado hoje dia 3 de Dezembro.No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado hoje, instituições de apoio aos deficientes alertam para as principais dificuldades enfrentadas por eles. Uma das principais é o acesso ao mercado de trabalho.
De acordo com o último censo, o Brasil tem mais de 24 milhões de pessoas com deficiência e apenas 1,2% deles está empregado, o que representa pouco mais de 288 mil pessoas. Embora 19 anos depois a legislação tenha impulsionado a inclusão dessa parcela da população nas empresas e órgãos públicos, o Brasil ainda está longe do ideal. Segundo os resultados da fiscalização da Lei de Cotas, das mais de 850 mil vagas estimadas às pessoas com deficiência, apenas 23,8% delas são cumpridas de acordo com a legislação.
Segundo Marcelo Vitoriano, gerente de inclusão e capacitação profissional da Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape), o maior problema para o cumprimento da Lei de Cotas é que as empresas procuram profissionais "prontos" e não querem investir na formação e retenção destes profissionais.
— Outro grave problema é a falta de acessibilidade nas empresas e organizações, que não estão preparadas para receber as pessoas com deficiência — explica.
Vitoriano ressalta a importância da adequação dos espaços físicos, instrumentos, mobiliário e, também, da cultura das empresas.
— Adequar as instalações, tais como criação de rampas, portas mais largas para a passagem de cadeiras de rodas e até mesmo o investimento em tecnologias de apoio para diferentes perfis de pessoas com deficiência e, fundamentalmente, o preparo dos colaboradores para receberem seus novos colegas com deficiência são essenciais para a inclusão — lembra Vitoriano
Fonte: jornal zero hora 03/12/2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Reportagem da tv sentidos
http://www.youtube.com/watch?v=Bjn_DkpO
Reportagem do programa da TV TEM de PONTA A PONTA
http://www.temmais.com/depontaaponta/interna_detalhe.aspx?editoria_id=3013&menu_id=26
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
DEFICIÊNCIAS ( Mario Quintana )
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino."Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
terça-feira, 30 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Fénix: é um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Outra característica da fénix é sua força que a faz transportar em vôo cargas muito pesadas, havendo lendas nas quais chega a carregar elefantes. Podendo se transformar em uma ave de fogo.
Por tudo isso temos como simbolo de nossa luta a fénix, acreditamos que todo ser humano tem uma fénix dentro de si, aquela força de vontade inacreditavel de viver, e ultrapassar todos os limites, sejam eles quais forem.
Por tudo isso temos como simbolo de nossa luta a fénix, acreditamos que todo ser humano tem uma fénix dentro de si, aquela força de vontade inacreditavel de viver, e ultrapassar todos os limites, sejam eles quais forem.
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