Nao é uma associaçao, nem entidade, temos como maior objetivo a socialização da pessoa com deficiencia. Este blog foi criado para orientar, educar, protestar e ajudar a todos com deficiencia. Venha fazer parte do nosso grupo, se tiverem algo legal para publicarmos, nos mande. Vamos lutar por nosso direitos e um mundo melhor.
sábado, 30 de março de 2013
Falta de Acessibilidade
Após a revitalização da Av. 31 de Março - Votorantim as lomba travessias não tem acessibilidade para os cadeirantes...
Oferecendo grande perigo para essa tipo de usuários...
Oferecendo grande perigo para essa tipo de usuários...
sexta-feira, 29 de março de 2013
Deficientes visuais coordenam programa de TV
Acessibilidade e inclusão estarão na pauta; toda a equipe de produção, incluindo apresentadores, são cegos

O programa 'O Outro Olhar', apresentado por Meri França e Joaquim Gonzales Júnior, vai ao ar semanalmente, ao vivo, a partir desta segunda-feira, às 10h30, no Canal 10 da Super Mídia e pelo site www.tvvotorantim.com.br - Por: Divulgação
Programa de rádio será na Tropical FM, de Votorantim (105,9) - Por: Divulgação
A
inclusão de deficientes por meio da comunicação pode ir além da
utilização das mídias como espaço de fomento e discussão de práticas de
acessibilidade. Com disponibilidade para encarar novos desafios, dividir
conhecimentos e vontade de fazer a diferença, é possível que não apenas
a notícia, mas todo o fazer comunicacional, seja o próprio suporte de
inclusão, como propõe o programa que estreia na segunda-feira, na TV
Votorantim Canal 10, chamado de "O Outro Olhar". Semanal e ao vivo, o
programa de entrevistas não apenas versará sobre o universo da inclusão
das pessoas com as mais distintas deficiências, mas será apresentado e
dirigido por uma equipe formada por deficientes visuais, que sempre
entrevistará algum deficiente com uma história de superação. Além do
programa de televisão, na próxima semana, a versão radiofônica também
estreia nas ondas da rádio, com a mesmo ideia, mas formato adaptado.
A ideia do programa não é recente: é fruto de um projeto de fotografia para cegos, realizado pelo jornalista e fotógrafo Werinton Kermes e a semioticista Miriam Cris Carlos. "O projeto e o processo de trabalhar a inclusão através da comunicação já vem de longo tempo e dentro dessas possibilidades de fazer o portador se comunicar, seja das mais diversas formas, procuramos acompanhar e dar acesso às novas tecnologias de comunicação e assim pesquisamos a produção de conteúdos televisivos e radiofônicos para os cegos. Logo percebemos que pouca coisa tem se direcionado a eles no ponto de vista jornalístico, da comunicação mesmo", conta Kermes. O trabalho com os deficientes visuais começou em novembro com 10 cegos totais e cinco com visão subnormal. Kermes e Miriam trataram com o grupo a linguagem televisiva, enquanto o radialista Cacá Martins trabalhou a linguagem radiofônica. "Passamos a trabalhar não apenas as funções de quem está atrás das câmeras ou dos microfones, mas também outras funções, como produção, roteiro, e isso culminou com a necessidade de por tudo o que foi trabalhado em prática", resume Kermes.
A ideia com o programa é apresentar histórias de superação, mas também críticas quanto às dificuldades no que se refere à acessibilidade nas cidades. Para tanto, além de deficientes com histórias inspiradoras de vida, também convidarão secretários e responsáveis pelas cidades para questioná-los sobre o que estão fazendo para melhorar as vias e as calçadas, por exemplo.
Não é a primeira vez que Kermes e Miriam trabalham com inclusão, principalmente com cegos. Já desenvolveram a oficina de fotografia para cegos - com a qual visitaram diversos pontos do país divulgando a iniciativa - e também lançaram, em meados do ano 2006, uma revista de variedades toda em braile. E para o desafio de levá-los para o ambiente da televisão e do rádio, Kermes conta que fizeram apenas pequenas adaptações com roteiro e pauta, que ou é enviada em braile ou gravada e mandada em arquivo para o computador dos apresentadores. Eles também têm um ponto nos ouvidos, mas são dirigidos por outros cegos. A única pessoa que não possui nenhuma deficiência visual é a produtora Érica Domingues. "A ideia é fazer com que a sociedade, os poderes estabelecidos percebam e entendam que em Sorocaba tem um número considerável de deficientes e precisam de atenção do poder público", defende Kermes.
Outra voz
Natural de Apiaí, na região do Alto Vale do Ribeira, Meri França (cega desde que nasceu) será responsável pela apresentação dos programas (de rádio e TV) ao lado de Joaquim Gonzales Júnior, que perdeu a visão em um acidente automobilístico. Muito bem articulada, ela, que durante anos foi casada com um comunicador, conta que dessa relação nasceu, além das filhas, o amor pela comunicação. Mesmo assim, aos 41 anos, conta que jamais se imaginou à frente de um programa de televisão ou de rádio. "Eu sempre convivi no meio da comunicação, e acredito que o deficiente visual sempre gostou de comunicar, temos muita habilidade para a comunicação, e muita curiosidade" defende ela, que nasceu com glaucoma.
Meri reconhece o ineditismo da ação e a importância também, já que poderão expor as dificuldades encontradas no dia-a-dia, contar histórias de superação e esperança, mas principalmente, cobrar frente à população e ao poder público ações efetivas de acessibilidade. "É a primeira vez que estou conseguindo ter voz para realizar alguma coisa, é tudo o que o deficiente quer. Nunca imaginei que estaria fazendo isso", comemora Meri, que está instalada há pouco tempo em Sorocaba, mas já se orgulha das conquistas.
Serviço
O programa vai ao ar semanalmente, ao vivo, a partir desta segunda-feira (25), às 10h30, e poderá ser assistido pelo Canal 10 da Super Mídia e pelo site www.tvvotorantim.com.br e vai ser disponibilizado a outras emissoras comunitárias, através da Acesp (Associação dos Canais Comunitários do Estado de São Paulo) e da ABCCOM (Associação Brasileira de Canais Comunitários). O programa de rádio será veiculado pela Tropical FM, de Votorantim (105,9).
A ideia do programa não é recente: é fruto de um projeto de fotografia para cegos, realizado pelo jornalista e fotógrafo Werinton Kermes e a semioticista Miriam Cris Carlos. "O projeto e o processo de trabalhar a inclusão através da comunicação já vem de longo tempo e dentro dessas possibilidades de fazer o portador se comunicar, seja das mais diversas formas, procuramos acompanhar e dar acesso às novas tecnologias de comunicação e assim pesquisamos a produção de conteúdos televisivos e radiofônicos para os cegos. Logo percebemos que pouca coisa tem se direcionado a eles no ponto de vista jornalístico, da comunicação mesmo", conta Kermes. O trabalho com os deficientes visuais começou em novembro com 10 cegos totais e cinco com visão subnormal. Kermes e Miriam trataram com o grupo a linguagem televisiva, enquanto o radialista Cacá Martins trabalhou a linguagem radiofônica. "Passamos a trabalhar não apenas as funções de quem está atrás das câmeras ou dos microfones, mas também outras funções, como produção, roteiro, e isso culminou com a necessidade de por tudo o que foi trabalhado em prática", resume Kermes.
A ideia com o programa é apresentar histórias de superação, mas também críticas quanto às dificuldades no que se refere à acessibilidade nas cidades. Para tanto, além de deficientes com histórias inspiradoras de vida, também convidarão secretários e responsáveis pelas cidades para questioná-los sobre o que estão fazendo para melhorar as vias e as calçadas, por exemplo.
Não é a primeira vez que Kermes e Miriam trabalham com inclusão, principalmente com cegos. Já desenvolveram a oficina de fotografia para cegos - com a qual visitaram diversos pontos do país divulgando a iniciativa - e também lançaram, em meados do ano 2006, uma revista de variedades toda em braile. E para o desafio de levá-los para o ambiente da televisão e do rádio, Kermes conta que fizeram apenas pequenas adaptações com roteiro e pauta, que ou é enviada em braile ou gravada e mandada em arquivo para o computador dos apresentadores. Eles também têm um ponto nos ouvidos, mas são dirigidos por outros cegos. A única pessoa que não possui nenhuma deficiência visual é a produtora Érica Domingues. "A ideia é fazer com que a sociedade, os poderes estabelecidos percebam e entendam que em Sorocaba tem um número considerável de deficientes e precisam de atenção do poder público", defende Kermes.
Outra voz
Natural de Apiaí, na região do Alto Vale do Ribeira, Meri França (cega desde que nasceu) será responsável pela apresentação dos programas (de rádio e TV) ao lado de Joaquim Gonzales Júnior, que perdeu a visão em um acidente automobilístico. Muito bem articulada, ela, que durante anos foi casada com um comunicador, conta que dessa relação nasceu, além das filhas, o amor pela comunicação. Mesmo assim, aos 41 anos, conta que jamais se imaginou à frente de um programa de televisão ou de rádio. "Eu sempre convivi no meio da comunicação, e acredito que o deficiente visual sempre gostou de comunicar, temos muita habilidade para a comunicação, e muita curiosidade" defende ela, que nasceu com glaucoma.
Meri reconhece o ineditismo da ação e a importância também, já que poderão expor as dificuldades encontradas no dia-a-dia, contar histórias de superação e esperança, mas principalmente, cobrar frente à população e ao poder público ações efetivas de acessibilidade. "É a primeira vez que estou conseguindo ter voz para realizar alguma coisa, é tudo o que o deficiente quer. Nunca imaginei que estaria fazendo isso", comemora Meri, que está instalada há pouco tempo em Sorocaba, mas já se orgulha das conquistas.
Serviço
O programa vai ao ar semanalmente, ao vivo, a partir desta segunda-feira (25), às 10h30, e poderá ser assistido pelo Canal 10 da Super Mídia e pelo site www.tvvotorantim.com.br e vai ser disponibilizado a outras emissoras comunitárias, através da Acesp (Associação dos Canais Comunitários do Estado de São Paulo) e da ABCCOM (Associação Brasileira de Canais Comunitários). O programa de rádio será veiculado pela Tropical FM, de Votorantim (105,9).
Fonte: Notícia publicada na edição de 23/02/2013 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 002 do caderno C
Maíra Fernandes
Maíra Fernandes
quinta-feira, 28 de março de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
RESOLUÇÃO 304 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008
RESOLUÇÃO 304
DE 18 DE
DEZEMBRO DE 2008
Dispõe
sobre as vagas de estacionamento destinadas exclusivamente a veículos que
transportem pessoas portadoras de deficiência e com dificuldade de locomoção.
O Conselho Nacional de Trânsito -
CONTRAN, usando d a competência que lhe confere o artigo 12, inciso I da Lei
9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro
- CTB e conforme Decreto nº 4.711 de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a
Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito;
Considerando a necessidade de
uniformizar, em âmbito nacional, os procedimentos para sinalização e
fiscalização do uso de vagas regulamentadas para estacionamento exclusivo de
veículos utilizados no transporte de pessoas portadoras de deficiência e com
dificuldade de locomoção;
Considerando a Lei Federal nº 10.098, de 19 de dezembro de
2000, que dispõe sobre normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência e com dificuldade de
locomoção, que, em seu art. 7°, estabelece a obrigatoriedade de reservar 2 %
(dois por cento) das vagas em estacionamento regulamentado de uso público para
serem utilizadas exclusivamente por veículos que transportem pessoas portadoras
de deficiência ou com dificuldade de locomoção;
Considerando o disposto no Decreto
n° 5.296, de 02 de dezembro de 2004, que regulamenta a Lei n° 10.098/00, para,
no art. 25, determinar a reserva de 2 % (dois por cento) do total de vagas
regulamentadas de estacionamento para veículos que transportem pessoas
portadoras de deficiência física ou visual, desde que devidamente
identificados, resolve:
Art. 1º As vagas reservadas para veículos que transportem
pessoas portadoras de deficiência e com dificuldade de locomoção serão
sinalizadas pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via
utilizando o sinal de regulamentação R-6b “Estacionamento regulamentado” com a
informação complementar conforme Anexo I desta Resolução.
Art. 2º Para uniformizar os procedimentos de fiscalização
deverá ser adotado o modelo da credencial previsto no Anexo II desta Resolução.
§ 1º A credencial confeccionada no modelo proposto por esta
Resolução terá validade em todo o território nacional.
§ 2º A credencial prevista neste
artigo será emitida pelo órgão ou entidade executiva de trânsito do município
de domicílio da pessoa portadora de deficiência e/ou com dificuldade de
locomoção a ser credenciada.
§ 3º A validade da credencial
prevista neste artigo será definida segundo critérios definidos pelo órgão ou
entidade executiva do município de domicílio da pessoa portadora de
deficiência e/ou com dificuldade de locomoção a ser credenciada.
§ 4º Caso o município ainda não esteja integrado ao Sistema
Nacional de Trânsito, a credencial será expedida pelo órgão ou entidade
executiva de trânsito do Estado.
Art. 3º Os veículos estacionados
nas vagas reservadas de que trata esta Resolução deverão exibir a credencial
que trata o art. 2º sobre o painel do veículo, ou em local visível para efeito
de fiscalização.
Art. 4º O uso de vagas destinadas às pessoas portadoras de
deficiência e com dificuldade de locomoção em desacordo com o disposto nesta
Resolução caracteriza infração prevista no Art. 181, inciso XVII do CTB.
Art. 5º. Os órgãos ou entidades
com circunscrição sobre a via têm o prazo de até 360 (trezentos e sessenta)
dias, a partir da data de publicação desta Resolução, para adequar as áreas de
estacionamento específicos existentes ao disposto nesta Resolução.
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
publicação, revogadas as disposições em contrário.
Alfredo Peres da Silva
Presidente
Marcelo Paiva dos Santos
Ministério da Justiça
Rui César da Silveira Barbosa
Ministério da Defesa
Edson Dias Gonçalves
Ministério dos Transportes
Jose Antonio Silvério
Ministério da Ciência e Tecnologia
Carlos Alberto Ferreira dos Santos
Ministério do Meio Ambiente
Valter Chaves Costa
Ministério da Saúde
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